O avião não parava de cair. Ele tremia e caía. E os passageiros voando dentro do avião.
Até que se houve um grande grito. Era Howard. Tudo não passou de um sonho, talvez ele começou a delirar porque é a primeira viagem dele. Mas uma coisa bem estranha aconteceu: John, Jane e Jake tiveram o mesmo sonho, igualzinho. Será isso um prelúdio para a maldição que eles irão sofrer? Algumas horas depois eles chegam no Egito. O quarteto se hospeda em um hotel, onde eles escutam outros hóspedes falando sobre a maldição do faraó:
-Quem perturbar o repouso do faraó, será pego pelo tridente da morte, disse um hóspede.
-Quanta bobagem, pensou John.
A noite então cai no Egito. Todos se deitam, e o hotel fica um silêncio só. Um tempo depois, um baixinho barulho de vento surge. O barulho vai aumentando, e logo aparece uma grande ventania, levando areia pra todo canto. O vento soprava, parecia que tinha uma voz misturada à toda a confusão que o vento fazia. E assim continuou a noite toda, até que amanheceu. O grupo se preparou e foram em direção à tumba. No caminho eles encontraram Seth, um homem velho, magro, narigudo e resmungão, que vive andando pelo deserto.
-Mais turistas bestas andando no meu deserto, resmungou Seth.
-Desculpe, senhor? O quê disse? Perguntou Jane.
-Vamos logo até essa tumba, falou Jake.
-O QUÊ? VOCÊS PRETENDEM IR ATÉ A TUMBA DO FARAÓ TUTÂNCAMON? NUNCA OUVIRAM FALAR DA MALDIÇÃO?
-Meu senhor, essa maldição não existe. Ninguém têm provas consistentes que comprovem a existência dessa maldição, explicou John.
-Amigos, acho melhor escutarmos esse senhor, falou com medo Howard.
-Certo. Eu avisei. Vocês irão atrapalhar o repouso do faraó e com certeza serão punidos pela morte, avisou Seth.
-Obrigado, o senhor é muito bonzinho por nos alertar. Agora vamos, ordenou Jake.
Continua...
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